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MADRID 29 mar. (EUROPA PRESS) -
Uma menina de 13 anos morreu em um hospital devido à gravidade dos ferimentos sofridos durante um bombardeio russo em Voskresenka, na região de Nikolaev, no sul da Ucrânia, segundo informaram as autoridades ucranianas neste sábado.
“Infelizmente, uma menina de 13 anos morreu no hospital”, explicou o governador militar de Nikolaev, Vitali Kim, nas redes sociais.
Outras sete pessoas, seis delas menores de idade, tiveram que ser hospitalizadas em consequência de um ataque de um drone russo do tipo Shahed na mesma região, indicou Kim. Uma mulher de 40 anos e outra menina encontram-se em estado grave.
Além disso, as autoridades ucranianas denunciaram um ataque russo contra uma maternidade na cidade de Odessa na noite de sábado. Havia 22 bebês recém-nascidos no local no momento do ataque.
Por outro lado, o Ministério da Defesa russo informou sobre a captura da localidade de Kovsharovka, na província de Kharkiv, e sobre perdas significativas de equipamentos, veículos e pessoal do Exército ucraniano.
Enquanto isso, a empresa ucraniana Naftogaz denunciou novos ataques contra suas instalações de produção na região de Sumy. Os drones russos teriam causado danos significativos e um incêndio nessa infraestrutura.
Kiev denuncia que, na última semana, a Rússia lançou mais de 3.000 drones, mais de 1.450 mísseis terra-terra e 40 projéteis de diferentes tipos sobre o território ucraniano. “Os russos não estão diminuindo o ritmo da guerra contra nosso Estado e nosso povo, mas estão contribuindo abertamente para outra guerra que provoca instabilidade global”, destacou o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, em sua última mensagem pública.
Zelenski destacou que os mesmos drones de ataque e mísseis balísticos atingem a Ucrânia, o Oriente Médio e a região do Golfo Pérsico, causando um bloqueio nas rotas marítimas e instabilidade nos mercados.
Por outro lado, afirma Zelenski, a Ucrânia contribui para a segurança e pede esforços decididos e coordenados para proteger vidas e pôr fim às guerras.
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