Claudia Thaler/dpa - Arquivo
MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal de Moscou condenou nesta segunda-feira as integrantes da banda punk russa Pussy Riot a penas que variam de oito a 13 anos de prisão, depois de considerá-las culpadas de divulgar "informações falsas" sobre as forças armadas durante a invasão da Ucrânia, embora todas estejam fora do país.
"Seguindo a ordem judicial, as sentenças impostas contra Alina Petrova, Diana Burkot e Olga Borisova são de oito anos de prisão, enquanto Taso Pletner enfrenta uma sentença de onze anos e Maria Aliojina um total de treze anos", de acordo com documentos judiciais acessados pela agência de notícias russa Interfax.
O tribunal também os proibiu de administrar sites por um período de quatro a cinco anos, embora todos tenham sido condenados à revelia e sem estarem presentes no tribunal.
A promotoria estava buscando sentenças de 9 a 14 anos de prisão por violar o artigo 207.3 do Código Penal. Também solicitou que todos os membros do grupo fossem impedidos de acessar a Internet por um período de cinco anos.
Os réus estão na lista de procurados das autoridades russas, que insistem na importância de sua prisão, embora todos eles estejam fora do país desde o início da guerra, há três anos.
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