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Ela afirma que seu governo está trabalhando pela “liberação imediata dos cidadãos italianos envolvidos”
MADRID, 20 maio (EUROPA PRESS) -
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, denunciou nesta quarta-feira o “tratamento prejudicial” das autoridades de Israel aos detidos da frota humanitária, afirmando que se trata de uma situação “inaceitável” pela qual seu governo convocou o embaixador israelense em Roma.
"As imagens do ministro israelense (Itamar) Ben Gvir são inaceitáveis. É inadmissível que esses manifestantes, entre os quais se encontram muitos cidadãos italianos, sejam submetidos a esse tratamento lesivo à dignidade da pessoa", afirmou em uma mensagem nas redes sociais, após o alvoroço causado pelas imagens do ministro ultranacionalista agitando uma bandeira israelense e caminhando entre ativistas internacionais algemados e ajoelhados no porto de Ashdod.
O vídeo começa mostrando como vários agentes agarram pela cabeça e obrigam a ajoelhar-se uma ativista algemada que gritava ‘Palestina livre’ na chegada do ministro ao local onde se encontram os detidos.
Meloni afirmou que seu governo está tomando “todas as medidas necessárias para obter a libertação imediata dos cidadãos italianos envolvidos”, ao mesmo tempo em que exigiu “desculpas pelo tratamento dado a esses manifestantes”.
Da mesma forma, repreendeu as autoridades israelenses pelo “total desrespeito” às solicitações do governo italiano em relação à situação da frota.
A líder italiana conclui sua mensagem confirmando que o Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional convocará o embaixador israelense “imediatamente” para solicitar “esclarecimentos formais” sobre o que ocorreu com os membros da frota após sua interceptação em águas internacionais.
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