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MADRID, 17 ago. (EUROPA PRESS) -
A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, anunciou nesta segunda-feira que mais uma criança “separada” pela guerra na Ucrânia conseguiu retornar à sua família no âmbito do acordo de “reunificação” firmado com a Rússia, graças à linha de contato aberta diretamente com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante a cúpula de 2025 no Alasca, elevando assim para 34 o número de menores que retornaram.
“Não há nada mais poderoso do que reunir uma mãe com seu filho após um longo período de tempo. Minha assessora e eu estamos focadas nos esforços para facilitar as próximas reunificações daquelas pessoas que foram separadas de seus entes queridos devido à guerra entre a Ucrânia e a Rússia”, afirmou a primeira-dama em um comunicado.
Nesse sentido, ela destacou que, até o momento, seus esforços permitiram “reunir” um total de 34 crianças com seus familiares desde que enviou aquela “carta de paz” a Putin, que foi entregue pessoalmente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao seu homólogo durante a cúpula no Alasca.
Desde então, há uma comunicação fluida entre sua equipe e a do Kremlin para gerenciar esse tipo de processo. Em outubro de 2025, a própria Melania Trump anunciou na Casa Branca o repatriamento e a reunificação familiar das primeiras oito crianças ucranianas graças a essas iniciativas.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) indiciou formalmente Putin em março de 2023 pela deportação forçada de crianças ucranianas, ao considerar que ele pode ter cometido crimes de guerra. O governo da Ucrânia tem denunciado repetidamente essas transferências, bem como as tentativas da Rússia de doutrinar as crianças nos territórios ocupados.
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