Na ofensiva militar dos EUA e de Israel, foram bombardeadas 65 escolas e 14 centros de saúde MADRID 7 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Cruz Vermelha iraniana, Pirhosein Kolivand, informou neste sábado que, nos últimos dias, 6.668 instalações civis foram danificadas por bombardeios, incluindo 65 escolas e 14 centros de saúde.
Além disso, foram contabilizados danos em 5.535 residências, 1.041 estabelecimentos comerciais e treze centros da Cruz Vermelha iraniana, informou a própria organização nas redes sociais.
Esses números “revelam a grande magnitude dos danos à infraestrutura urbana e aos serviços públicos” causados pelos ataques dos Estados Unidos e do Irã. “Nesses ataques, vários veículos de ajuda e resgate também foram danificados e, infelizmente, vários trabalhadores humanitários da Meia Lua Vermelha ficaram feridos enquanto realizavam missões de socorro”, destacou a organização humanitária.
A Cruz Vermelha iraniana lembra que as convenções de Genebra “proíbem explicitamente” ataques a instalações civis, incluindo residências, instalações médicas, escolas, bem como contra equipes de socorro. “Todas as partes em conflito são obrigadas a respeitar e proteger essas instalações e efetivos”, destacou Kolivand.
Por isso, pede às instituições internacionais, organizações humanitárias e organismos de defesa dos direitos humanos que “adotem medidas imediatas e eficazes para proteger a vida dos civis, garantir a segurança dos trabalhadores humanitários e assegurar o respeito pelas normas do direito internacional humanitário”.
Por outro lado, o Ministério da Educação iraniano informou neste sábado que 192 estudantes morreram e 154 ficaram feridos nos ataques “americanos-sionistas” e que 66 escolas foram danificadas ou destruídas.
Além disso, o Ministério informou que neste domingo as aulas serão retomadas em formato não presencial, após os sete dias de folga anunciados após a morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, nos bombardeios americanos. As aulas universitárias também serão ministradas em formato telemático até o final do ano.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático