VALÈNCIA 11 nov. (EUROPA PRESS) -
O presidente interino da Generalitat, Carlos Mazón, assegurou que não atrasou o envio do Alerta ES no dia da dana, que a população da área afetada recebeu às 20h11, nem ninguém "lhe pediu permissão" para fazê-lo ou para adotar "qualquer decisão do Cecopi; nem sobre qualquer aviso, nem sobre como gerenciar os resgates ou como comunicá-lo". "Quem em sã consciência seria contra alertar a população?
"Se a mensagem não chegou a tempo para Horta Sud, não foi porque alguém a impediu ou bloqueou, muito menos Salomé Pradas [ex-conselheira do Interior], esperando por uma autorização que ela não pediu nem precisava. Foi porque Cecopi não sabia que havia um problema na área até que fosse tarde demais".
Foi o que ele disse na tarde desta terça-feira durante sua primeira intervenção na comissão de inquérito em Les Corts sobre o dana, que devastou a província de Valência e causou 229 mortes em 29 de outubro de 2024. Mazón é o primeiro político a comparecer a essa comissão, que até agora só contou com a presença de especialistas e técnicos.
Durante seu comparecimento, Mazón defendeu que o Consell assumiu "responsabilidades políticas" pela dana, a última no seu caso, com sua renúncia na semana passada. Por outro lado, ele criticou mais uma vez a falta de informações de órgãos estatais, como a Confederação Hidrográfica do Júcar (CHJ) e a Aemet, e exigiu que o governo assumisse a responsabilidade e fornecesse explicações.
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