Publicado 12/06/2025 07:20

Más Madrid diz que, se houver "provas sólidas" contra Santos Cerdán, o PSOE "terá de tomar providências".

Archivo - Arquivo - O deputado do PSOE, Santos Cerdán, durante a Comissão de Inquérito sobre contratos públicos feitos durante a pandemia de covid-19, no Senado, em 30 de abril de 2024, em Madri (Espanha). Santos Cerdán compareceu hoje à Comissão de
Fernando Sánchez - Europa Press - Arquivo

MADRID 12 jun. (EUROPA PRESS) -

Más Madrid considera que, se houver "provas sólidas" contra o secretário de Organização do PSOE, Santos Cerdán, o partido "terá que tomar medidas", mas optou pela prudência até que "todas as informações" sejam obtidas e eles possam "avaliar e fazer as declarações consequentes".

Foi o que disse a porta-voz do Más Madrid, Manuela Bergerot, nos corredores da Assembleia, depois de saber que a Suprema Corte ofereceu a Santos Cerdan para depor em 25 de junho, depois de encontrar "provas consistentes" no relatório da UCO sobre seu suposto envolvimento com o ex-ministro José Luis Ábalos e seu ex-assessor Koldo García na concessão ilegal de obras em troca de comissões.

Bergerot enfatizou, como fez durante sua intervenção na sessão de controle no plenário, que o Más Madrid "não treme nas pernas" para "denunciar a corrupção, venha ela de onde vier", dando como exemplo seu papel contra a ex-prefeita de Móstoles Noelia Posse no "caso ITV".

"Acho que a primeira coisa é que precisamos ter todas as informações, para poder avaliá-las a fim de poder exigir qualquer tipo de medida e temos que avaliá-las com calma, que tudo o que precisa ser investigado seja investigado", enfatizou Manuela Bergerot.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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