Publicado 10/09/2026 14:49

Marrocos critica o fato de continuar sendo apontado como responsável sem provas e questiona a não repatriação dos migrantes

Archivo - Arquivo - Nova configuração do quebra-mar após as diversas tempestades, na fronteira de El Tarajal, em 17 de fevereiro de 2026, em Ceuta (Espanha). Dois migrantes do Magrebe foram interceptados pela Marinha marroquina após um alerta da Guarda Ci
Antonio Sempere - Europa Press - Arquivo

MADRID 10 set. (EUROPA PRESS) -

O Ministério das Relações Exteriores de Marrocos publicou um longo comunicado no qual questiona o fato de o reino alawita continuar sendo apontado em relação à entrada em massa de migrantes em Ceuta, quando não há nenhum dado contra ele e aqueles que entraram ainda não foram repatriados.

“Por que as críticas contra o Marrocos persistem quando nenhum dado, nenhum fato nem nenhum relatório comprova qualquer envolvimento das autoridades marroquinas?”, questiona o Ministério.

Além disso, questiona-se o motivo pelo qual os migrantes em situação irregular ainda não foram repatriados, apesar de o governo marroquino “ter se comprometido oficialmente a readmití-los” e, no caso dos menores desacompanhados, eles serem mantidos “longe de suas famílias, quando o Marrocos solicitou repetidamente seu retorno”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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