BAEZA (JAÉN), 13 (EUROPA PRESS)
O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, classificou a luta contra o tráfico de drogas como uma “prioridade” do Governo da Espanha, ao mesmo tempo em que reconheceu estar “furioso” e “magoado”, mas não “impotente”, pelo ocorrido em Huelva, com a morte em serviço de dois policiais durante a perseguição a uma lancha de traficantes.
Marlaska, que presidiu em Baeza (Jaén) a cerimônia de juramento à bandeira dos integrantes da 131ª turma da Academia de Cabos e Guardas, reiterou suas condolências às famílias dos guardas civis falecidos, o que provocou vaias de parte do público.
Foram até oito segundos de vaias e assobios, o que levou a organização a pedir pelo megafone que “se mantivesse o respeito e a devida compostura, tanto para com as instituições quanto para com os alunos em formação”.
“Compreendo, entendo a vossa dor, a vossa raiva; nada, nada pode confessar, compensar; nada pode compensar a morte em serviço de Germán e Jerónimo”, disse o ministro, que enfatizou estar “magoado” e “furioso” pelo ocorrido.
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