Eduardo Parra - Europa Press
Os deputados do PP pedem a renúncia do ministro de seus assentos e os socialistas apoiam o titular do Interior com um longo aplauso MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) -
O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, garantiu nesta quarta-feira que renunciará se a vítima que denunciou uma agressão sexual contra o diretor adjunto operacional (DAO) da Polícia Nacional, José Ángel González, afirmar que não se sentiu protegida ou entender que ele, como ministro, falhou com ela. “A única pessoa de quem posso aceitar qualquer crítica é a própria vítima. Se a própria vítima não se sentiu protegida ou entendeu que este ministro a falhou de alguma forma, evidentemente que renunciarei e me demitirei", afirmou Marlaska na sessão de controle do Governo no Congresso dos Deputados.
O ministro pronunciou-se desta forma numa sessão acalorada em que os deputados do PP pediram a sua demissão aos gritos dos seus lugares, ao que a bancada socialista respondeu com um longo aplauso em sinal de apoio ao ministro do Interior.
Especificamente, o PP acusou Marlaska de ter conhecimento da denúncia da vítima da suposta agressão sexual do “número dois” da Polícia Nacional e de encobri-la, algo que o ministro negou categoricamente, chegando a ameaçar os “populares” com uma ação por difamação contra quem sustentasse que ele encobriu o DAO.
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