Publicado 25/05/2026 13:14

A Marinha israelense deixa à deriva vários barcos da última frota

Archivo - Arquivo - 13 de abril de 2026, Nápoles, Roma, Itália: Navios da frota no porto de Nápoles a caminho de Gaza. Nápoles, 13 de abril de 2026
Europa Press/Contacto/Felice De Martino - Arquivo

MADRID 25 maio (EUROPA PRESS) -

A Marinha israelense deixou vários barcos da última frota com destino a Gaza à deriva nas águas do Mediterrâneo, após o assalto em águas internacionais e a detenção dos ativistas que pretendiam levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, apesar do bloqueio israelense.

Essa ação deixou essas embarcações da Flotilha Global Sumud sem qualquer controle, o que poderia representar um risco para outros navios, segundo informa a Rádio do Exército israelense.

Os militares israelenses sinalizaram sua localização nas cartas náuticas para facilitar a navegação, mas as tempestades teriam feito com que elas ficassem à deriva, sem âncora, em mar aberto.

Em iniciativas humanitárias anteriores, a Marinha israelense havia rebocado essas embarcações até portos em Israel, mas, nesta ocasião, elas teriam ficado em alto mar.

Um porta-voz militar explicou ao 'The Times of Israel' que "não há nenhuma obrigação legal de rebocar os barcos para Israel". “Os barcos foram sinalizados como perigosos para a navegação (mas) a tempestade e as condições restritivas da operação tornaram impossível rebocá-los até a costa”, argumentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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