Publicado 15/02/2026 19:42

Marco Rubio destaca que a Venezuela "está muito melhor" sem Maduro e garante que lhe fizeram "várias ofertas".

15 de fevereiro de 2026, Eslováquia, Bratislava: O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (à esquerda), e o primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, falam durante uma coletiva de imprensa após sua reunião no Gabinete do Governo Eslovaco. Foto: Jakub Ko
Jakub Kotian/TASR/dpa

MADRID 15 fev. (EUROPA PRESS) - O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, destacou neste domingo que a Venezuela “está muito melhor” agora do que antes da incursão militar dos Estados Unidos para capturar o presidente Nicolás Maduro e lembrou que lhe fizeram várias ofertas que ele rejeitou. “Ainda há um longo caminho a percorrer. Há muito trabalho a fazer, mas posso dizer que a Venezuela está muito melhor hoje do que há seis semanas”, afirmou Rubio durante uma coletiva de imprensa em Bratislava ao lado do primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico.

O próprio Fico criticou a incursão militar dos Estados Unidos em Caracas e Rubio reconheceu que há aliados próximos que “não gostaram”, mas isso não impede a cooperação porque os “países expressam sua opinião o tempo todo”. “Mas digo uma coisa: foi um sucesso. Estamos orgulhosos disso. Era necessário porque aquele cara era um narcoterrorista. Fizemos várias ofertas a ele e ele decidiu rejeitá-las”, argumentou. “Agora todos podem concordar que a Venezuela tem uma oportunidade de um novo futuro que não existia há seis semanas”, observou. Por outro lado, Rubio se referiu às negociações com o Irã, que serão retomadas de forma indireta na segunda sessão, prevista para terça-feira na Suíça. “Estamos lidando com clérigos xiitas radicais. Estamos lidando com pessoas que tomam decisões geopolíticas com base apenas na teologia”, explicou. “Ninguém jamais conseguiu chegar a um acordo bem-sucedido com o Irã, mas vamos tentar”, assegurou, referindo-se às conversas abertas entre Washington e Teerã após as ameaças de uma nova intervenção militar dos Estados Unidos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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