Publicado 06/03/2025 04:00

Marco Rubio chama o conflito na Ucrânia de "guerra por procuração entre os EUA e a Rússia".

28 de fevereiro de 2025, Washington, Distrito de Columbia, EUA: O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, fala enquanto participa de uma reunião entre o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Salão Oval da C
Europa Press/Contacto/Jim LoScalzo - Pool via CNP

MADRID 6 mar. (EUROPA PRESS) -

O secretário do Departamento de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse na quarta-feira que o conflito na Ucrânia desencadeado após a invasão russa do país há três anos é uma "guerra por procuração entre os Estados Unidos e a Rússia" e reiterou os apelos do chefe da Casa Branca, Donald Trump, para que "chegue ao fim".

"Tem sido muito claro desde o início que o presidente Trump vê isso como um conflito prolongado e estagnado. E, francamente, é uma guerra por procuração entre potências nucleares: os Estados Unidos, que estão ajudando a Ucrânia, e a Rússia. E isso tem que chegar ao fim", disse ele durante uma entrevista à rede de televisão Fox News, que simpatiza com o novo governo.

O chefe da diplomacia norte-americana defendeu que o plano de ajudar a Ucrânia "tanto quanto for necessário, pelo tempo que for preciso, não é uma estratégia", pouco depois de a Casa Branca ter decidido cortar temporariamente a ajuda financeira e o compartilhamento de inteligência com o país liderado por Volodimir Zelenski, com quem Trump teve uma reunião acalorada na semana passada que deixou sem assinatura um acordo sobre terras raras.

Rubio acusou o líder ucraniano de desafiar o número dois da Casa Branca, JD Vance, que também participou da tensa reunião, dizendo que ele questionou "se a diplomacia era mesmo possível, sabotando e minando o plano do presidente".

"E foi isso que levou à briga. Fico feliz em ver essa posição reconsiderada, porque realmente acredito que esse é um conflito que precisamos encontrar uma maneira de encerrar, e isso exigirá concessões de ambos os lados, mas precisamos levar os dois lados à mesa de negociações", explicou.

Por outro lado, o chefe da pasta diplomática defendeu que "os ucranianos têm que estar lá. Obviamente, é o país deles. Os russos têm que estar à mesa, e somente o presidente Trump pode tornar isso possível. Esse tem sido o objetivo, continua sendo o objetivo, e é nisso que estamos focados agora".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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