Ele acredita que a passagem de Alegría pelo governo pode freá-la, mas espera resultados melhores do que os previstos pelas pesquisas MADRID 5 fev. (EUROPA PRESS) -
O ex-presidente de Aragão, o socialista Marcelino Iglesias, defendeu nesta quinta-feira que a Junta Eleitoral Central (JEC) “validou na época” que é possível enviar “mensagens telefônicas” aos eleitores durante as campanhas eleitorais, desde que seja através de telefones fixos.
O socialista explicou em entrevista à 'Onda Cero', divulgada pela Europa Press, que o PSOE de Aragão "aproveitou" sua voz para comunicar aos aragoneses que "o PP não aprovou o aumento das pensões no Congresso".
Quando questionado sobre as razões pelas quais não explicou em seu áudio que, no decreto que incluía a revalorização das pensões, estavam incluídas outras medidas do escudo social, como a moratória contra despejos, Iglesias se defendeu dizendo que “contar uma história completa em uma campanha eleitoral, em uma mensagem telefônica, é complicado”.
Dito isso, explicou que essas estratégias só podem ser realizadas através de telefones fixos, uma vez que ligar para telefones celulares “significaria ter uma base de dados ilegal”. ALEGRÍA, “A MELHOR CANDIDATA” QUE ARAGÃO JÁ TEVE
Por outro lado, o ex-presidente regional manifestou o seu apoio à candidata socialista nas eleições aragonesas, Pilar Alegría, que, na sua opinião, é “a melhor candidata que Aragão já teve”. No entanto, admitiu que “as sondagens não têm sido favoráveis” para o PSOE, com resultados abaixo dos 20 assentos para os socialistas. Essas previsões se devem, em sua opinião, ao fato de que ter estado no governo em uma “situação política complicada” pode prejudicar o candidato. Apesar disso, ele espera que o resultado do PSOE seja melhor do que o previsto, porque ainda “há uma porcentagem significativa de indecisos”.
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