Publicado 07/03/2026 14:51

Manifestantes cipriotas pedem a saída das bases militares britânicas

NICÓSIA, 2 de março de 2026 — Esta foto tirada em 2 de março de 2026 mostra a entrada da base da RAF (Força Aérea Real) em Akrotiri, Chipre. A base aérea britânica em Akrotiri, na costa sul de Chipre, foi atingida por um drone na madrugada de segunda-feir
Europa Press/Contacto/George Christophorou

MADRID 7 mar. (EUROPA PRESS) - Centenas de manifestantes pediram neste sábado, durante uma manifestação em Nicósia, capital de Chipre, a saída das bases militares britânicas da ilha, alvo de ataques após o início dos bombardeios dos Estados Unidos e de Israel sobre o Irã.

“A utilização das bases britânicas por tropas ocidentais transformou as próprias bases, a zona circundante, o próprio país e as suas infraestruturas críticas num alvo militar”, denunciou uma das organizações convocantes, a Afoa, em referência às bases militares britânicas de Akrotiri e Dhekelia.

A manifestação terminou em frente ao Palácio Presidencial de Chipre e, durante a mesma, puderam ser lidas faixas com slogans como “Chipre não é a sua plataforma de lançamento” ou “Bases britânicas, fora”, informa o jornal Cyprus Mail.

A Afoa denunciou a narrativa da proteção para lançar ataques que “intensifica a narrativa já existente de militarização” da vida social e política na ilha. “O papel de Chipre numa guerra regional que se expande por muitos países coloca os habitantes e o povo de Chipre num caminho perigoso e destrutivo”, criticou.

A antiga colônia britânica de Chipre tornou-se independente em 1960, mas o Reino Unido mantém o controle e a soberania sobre o território onde se encontram as duas bases militares.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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