EDU BOTELLA/EUROPA PRESS - Arquivo
MURCIA 16 jul. (EUROPA PRESS) -
A concentração convocada na tarde desta terça-feira em Torre Pachecho, não autorizada pela Delegação do Governo, resultou em mais de vinte denúncias por desordem pública e posse de objetos perigosos, além de numerosas identificações, permitindo em um dos casos localizar uma pessoa que estava em busca e captura por um suposto crime de roubo.
Isso foi afirmado pela delegada do governo, Mariola Guevara, que explicou que tudo isso levou à identificação de pessoas que "estavam sendo procuradas por fatos anteriores".
Guevara, que confirmou que o destacamento policial "funcionou conforme organizado", garantiu que a maior parte da reunião foi "pacífica", com exceção de um pequeno grupo que estava "mais irritado e até queria atacar e insultar a mídia e os jornalistas que estavam lá".
As pessoas que tentaram atacar e assediar os jornalistas "foram identificadas", disse ele, e serão punidas ou presas, dependendo do crime cometido.
Os arranjos de segurança implantados nessa cidade também permitiram "manter, em todos os momentos, o acesso a ultras e pessoas de extrema direita que queriam realizar altercações com essa convocação" que foi conhecida por meio dessa promoção nas redes sociais.
Neste momento, disse ele, Torre Pacheco "está calma, em sua vida diária e cada pessoa em seu trabalho, em seus negócios, em suas casas e fazendo sua atividade rotineira".
No entanto, ele disse que, apesar dessa normalidade, a cidade "continua a ter o máximo de agentes da Guardia Civil, como tem feito todos esses dias, prontos para qualquer coisa que possa acontecer".
E, advertiu, "devemos continuar alertas e muito conscientes de tudo". Por fim, ele enviou uma mensagem de tranquilidade aos moradores de Pacheco dizendo que "estamos lá para protegê-los e garantir sua paz e convivência".
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