MADRID 29 jul. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Malta, Robert Abela, anunciou nesta terça-feira que seu país reconhecerá formalmente a Palestina como Estado durante a próxima Assembleia Geral da ONU, que será realizada em setembro, em consonância com o anúncio feito nos últimos dias pelo presidente francês, Emmanuel Macron.
"A posição do nosso país demonstra nosso compromisso com a busca de uma solução que favoreça uma paz duradoura no Oriente Médio", disse o chefe do governo maltês em seu perfil no Facebook, pouco depois de uma manifestação realizada na capital, Valletta, para protestar contra a situação na Faixa de Gaza.
Abela, do Partido Trabalhista, disse em um evento político no final de março que seu governo reconheceria formalmente a Palestina como um Estado após um debate de 45 anos em uma conferência da ONU em junho. Entretanto, o evento foi adiado, o que atrasou a decisão.
A declaração coloca Malta ao lado de um número crescente de países europeus que tomaram medidas semelhantes nos últimos meses em apoio ao Estado palestino. O anúncio foi feito poucas horas depois de o primeiro-ministro britânico Keir Starmer ter revelado que o Reino Unido planeja tomar medidas semelhantes se o governo israelense não tomar "medidas substanciais" para acabar com a situação em Gaza.
Na semana passada, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou publicamente que a França reconhecerá a Palestina como um Estado na Assembleia Geral da ONU em setembro, "fiel ao seu compromisso histórico com uma paz justa e duradoura no Oriente Médio", juntando-se assim a outros países ocidentais, como a Espanha.
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