Europa Press/Contacto/Murat Kocabas
MADRID 1 jan. (EUROPA PRESS) -
Cerca de 520 mil pessoas, de acordo com as autoridades, participaram de uma marcha maciça no dia 1º de janeiro pela icônica Ponte Galata, em Istambul, em uma nova expressão de rejeição ao "massacre" das forças israelenses na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
A manifestação terminou na esplanada que separa a Mesquita Hagia Sophia e a Mesquita Azul, na parte antiga da cidade, sob o slogan "Não seremos intimidados. Não seremos silenciados. Não esqueceremos a Palestina".
O protesto foi convocado pela Alliance for Humanity e pela National Will Platform, com a presença de mais de 400 organizações da sociedade civil turca, bem como de partidos políticos, incluindo o Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), que está no poder.
O ministro da Justiça, Yilmaz Tunç, e o ministro do Comércio, Ömer Bolat, participaram da manifestação, culpando Israel pelo "genocídio" do povo palestino. "O governo do (primeiro-ministro israelense Benjamin) Netanyahu é responsável", reiterou, de acordo com o jornal turco 'Hürriyet'.
"O povo de Istambul faz hoje um importante apelo ao mundo pelos direitos humanos, pela justiça. Como vocês podem ver, estamos rezando juntos, mais de meio milhão de pessoas se reuniram em Galata, apesar do clima frio de hoje em Istambul", enfatizou Tunç.
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