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MADRID, 21 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta segunda-feira para mais de 59 mil o número de palestinos mortos pela ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023, número que inclui mais de 130 mortes confirmadas durante o último dia, em meio à intensificação dos ataques israelenses contra o enclave.
O ministério da saúde de Gaza disse em um comunicado em sua conta no Facebook que "o número de vítimas da agressão israelense subiu para 59.029 mártires e 142.135 feridos desde 7 de outubro", incluindo 134 mortos e 1.155 feridos que chegaram aos hospitais de Gaza no último dia, embora o número possa ser maior, pois ainda há corpos que não foram recuperados pelos serviços de emergência.
Também especificou que, durante as últimas 24 horas, 99 pessoas foram confirmadas como mortas pelas mãos das tropas israelenses enquanto tentavam obter ajuda alimentar, eventos que também deixaram mais de 650 feridos. Isso eleva para 1.021 o número de pessoas mortas nesses incidentes, que também deixaram 6.511 feridos durante as últimas sete semanas de operações da Gaza Humanitarian Foundation (GHF), apoiada pelos EUA e por Israel.
Enquanto isso, o Ministério da Saúde de Gaza relatou que 8.196 pessoas foram mortas e 30.094 ficaram feridas desde 18 de março, quando o exército israelense rompeu o cessar-fogo de janeiro com o Hamas e relançou sua ofensiva militar, mas os esforços internacionais para restaurar o acordo ainda não deram frutos.
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