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MADRID, 7 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta segunda-feira para mais de 57.500 o número de palestinos mortos pela ofensiva lançada por Israel contra o enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023, enquanto relatou mais de cem mortes por ataques israelenses durante as últimas 24 horas.
O Ministério da Saúde de Gaza disse em um comunicado publicado em sua conta no Telegram que "o número de mortos pela agressão israelense subiu para 57.523 mártires e 136.617 feridos desde 7 de outubro de 2023", um número que inclui 105 mortos e 356 feridos que chegaram aos hospitais do enclave no último dia.
Especificou que os mortos do último dia incluíam sete pessoas que buscavam ajuda humanitária, antes de colocar o número de palestinos mortos por disparos das tropas israelenses enquanto tentavam obter suprimentos em 758, incidentes que também resultaram em mais de 5.000 feridos durante o pouco mais de um mês de operações da Fundação Humanitária de Gaza (GHF), apoiada por Israel e pelos EUA.
Ele disse que pelo menos 6.964 pessoas foram mortas e 24.576 ficaram feridas desde 18 de março, quando o exército israelense rompeu o cessar-fogo alcançado em janeiro com o Hamas e relançou sua ofensiva contra a Faixa, embora tenha reiterado que o número de mortos é maior, uma vez que ainda há corpos nos escombros e nas ruas devido à impossibilidade de acesso a várias áreas da Faixa.
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