Publicado 29/10/2025 12:22

Mais de 460 pessoas foram mortas em ataques à maternidade de El Fasher, no Sudão

Archivo - EL FASHER (SUDÃO), 11 de julho de 2025 -- Uma criança tenta encontrar comida em um balde em um campo de deslocados em El Fasher, região de Darfur do Norte, Sudão, em 9 de julho de 2025. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse na
Europa Press/Contacto/UNICEF - Arquivo

MADRID 29 out. (EUROPA PRESS) -

Mais de 460 pessoas morreram em uma maternidade na cidade sudanesa de El Fasher, localizada na região de Darfur e cenário de uma nova onda de ataques das Forças de Apoio Rápido (RSF) paramilitares, que mantêm um cerco na área há um ano e meio.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou esse número "trágico", que inclui tanto pacientes quanto acompanhantes. O chefe da agência, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também denunciou o sequestro de profissionais da área médica no Saudi Maternity Hospital.

"Todos os ataques ao setor de saúde devem ser interrompidos imediata e incondicionalmente", disse Tedros, que lembrou a proteção especial que a lei internacional concede a essas instalações e a seus funcionários. Desde a eclosão do conflito em abril de 2023, a OMS registrou mais de 1.200 mortes em 185 ataques a alvos médicos, com 49 incidentes e 966 fatalidades somente neste ano.

O chefe da organização pediu a todas as partes que solicitassem um cessar-fogo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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