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MADRID 9 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Catar anunciaram nesta segunda-feira a detenção de mais de 300 pessoas “de várias nacionalidades” suspeitas de “divulgar informações enganosas e rumores” e “gravar ou divulgar gravações não autorizadas” em meio ao conflito no Oriente Médio, desencadeado pela ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
O Ministério do Interior do Catar indicou em um comunicado publicado nas redes sociais que um total de 313 pessoas foram detidas “por gravar ou divulgar gravações não autorizadas, divulgar informações e rumores enganosos e propagar conteúdos destinados a incitar a preocupação pública, em violação das diretrizes oficiais”.
“Foram tomadas as medidas legais e administrativas necessárias contra os envolvidos”, afirmou, antes de sublinhar “a importância de não gravar ou publicar vídeos ou propagar rumores relacionados com a situação atual”, razão pela qual pediu à população que “obtenha informações apenas através de fontes oficiais aprovadas”.
Nesse sentido, enfatizou que “as autoridades competentes não hesitarão em tomar as medidas legais necessárias contra qualquer pessoa que cometer esse tipo de violação”, após os ataques iranianos contra alvos no país como parte de sua resposta à referida ofensiva.
A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel deixou até o momento mais de 1.200 mortos no Irã, segundo as autoridades. Entre os mortos estão o líder supremo iraniano, o aiatolá Alí Jamenei, e vários ministros e altos funcionários do Exército do Irã, que respondeu lançando mísseis e drones contra Israel e interesses americanos em países do Oriente Médio, incluindo bases militares.
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