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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã anunciaram nesta quinta-feira a prisão de mais de vinte “mercenários” suspeitos de “enviar informações” e “fotografias de instalações militares e locais sensíveis” aos Estados Unidos e a Israel, no âmbito da ofensiva lançada de surpresa em 28 de fevereiro contra o país asiático.
A Polícia da província de Qazvín, a oeste da capital do Irã, Teerã, destacou que um total de 21 “traidores” foram detidos por “enviar informações e fotografias de instalações militares, das forças de segurança e de locais sensíveis” a um meio de comunicação que as autoridades associam a Israel.
“Esses indivíduos se aproveitaram da situação de guerra no país para coletar imagens, informações e coordenadas de locais sensíveis na província para enviá-las à Iran International, braço midiático sionista, por meio das redes sociais”, concluiu, segundo informou a agência de notícias iraniana Tasnim.
O chefe do sistema judicial do Irã, Golamhosein Mohseni Ejei, exigiu na terça-feira “acelerar os processos judiciais” abertos contra “agentes inimigos”, incluindo a emissão de sentenças de morte e confiscações de bens contra aqueles que forem declarados culpados, em meio à referida ofensiva, sobre a qual foi anunciado na quarta-feira um cessar-fogo temporário de duas semanas.
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