Europa Press/Contacto/Liao Siwei
MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) -
As autoridades equatorianas informaram na segunda-feira que mais de 1.100 pessoas foram sancionadas por violar a lei seca durante o dia da eleição no domingo, 9 de fevereiro, em que os candidatos presidenciais, o presidente, Eduardo Noboa, e a candidata correista, Luisa Gonzalez, foram para o segundo turno.
A Polícia Nacional do Equador publicou esses números em um boletim em seu site, onde afirma que um total de 1.138 pessoas foram sancionadas, a maioria delas (1.121) por terem violado a lei seca, que proíbe a venda e o consumo de álcool de sexta-feira, 7 de fevereiro, às 12h00 (horário local) até o mesmo horário na segunda-feira, 10 de fevereiro.
Além disso, ele informou que 35 pessoas foram presas por vários delitos durante o processo eleitoral. Desse total, 15 foram acusadas de tentar votar de forma fraudulenta, o mesmo número por falsificação de identidade e cinco por falsificação de documentos.
Além disso, oito pessoas foram punidas por violar o silêncio eleitoral, realizando "propaganda em dias proibidos", sete por "proselitismo político em dias proibidos" e cinco pessoas por "alterar e perturbar o processo de votação".
Apesar dos números, a Polícia Nacional do Equador enfatizou que o dia da eleição ocorreu com "total normalidade" graças ao sistema de segurança implantado em todo o país e que contou com mais de 56.700 soldados divididos entre "áreas preventivas, investigativas e de inteligência".
As operações de controle estiveram ativas durante todo o dia da eleição para garantir a conformidade com os regulamentos e evitar irregularidades.
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