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MADRID 26 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades libanesas anunciaram nesta quinta-feira a morte de 1.116 pessoas em ataques realizados pelo Exército de Israel contra seu território desde o início de março, que também deixaram 3.229 feridos.
O Ministério da Saúde divulgou esses dados em um novo balanço, no qual estima em 42 o número de profissionais de saúde mortos desde 2 de março, data em que o partido-milícia xiita Hezbollah retomou seus ataques contra território israelense, em resposta à ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã.
Os ataques de Israel também provocaram o deslocamento de mais de um milhão de pessoas no Líbano desde 2 de março, de acordo com um balanço da Unidade de Riscos e Desastres, que informou ao longo do dia que o total de pessoas abrigadas em refúgios do governo ascendeu a 136.262 e o de famílias a 34.973.
O ministro da Informação libanês, Paul Morcos, informou nesta quinta-feira que as autoridades decidiram “recorrer imediatamente” ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para conter a “ameaça” que representa a ofensiva de Israel contra a “soberania” libanesa.
Apesar da atual escalada, o Exército israelense já havia lançado, nos últimos meses, dezenas de bombardeios contra o Líbano, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024. Israel tem argumentado, durante todo esse tempo, que age contra o Hezbollah e assegurado que, por isso, não viola o acordo, embora tanto as autoridades libanesas quanto o grupo tenham se mostrado críticos em relação a essas ações, igualmente condenadas pelas Nações Unidas.
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