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MADRID, 31 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza estimaram em mais de mil o número de palestinos mortos pelos ataques lançados pelo exército israelense após a reativação de sua ofensiva contra o enclave em 18 de março, quando Israel rompeu o acordo de cessar-fogo firmado em janeiro com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
O ministério da saúde de Gaza disse em um comunicado publicado em sua conta no Telegram que 80 "mártires" e 305 feridos foram registrados nas últimas 48 horas, incluindo 52 mortos e 189 feridos no domingo, elevando o número total de mortes para 1.001 e o número total de feridos para 2.359 desde 18 de janeiro.
Ele enfatizou que isso eleva para 50.357 o número de pessoas mortas desde o início da ofensiva contra a Faixa, desencadeada após os ataques a Israel pelo Hamas e outros grupos palestinos em 7 de outubro de 2023. Além desse número de mortos, 114.400 pessoas ficaram feridas.
No entanto, ele enfatizou que "ainda há vítimas sob os escombros e deitadas nas ruas, pois as ambulâncias e as equipes de Proteção Civil não conseguem chegar até elas" devido aos ataques do exército israelense, e é por isso que se teme que o número de vítimas seja maior.
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