PALMA 10 out. (EUROPA PRESS) -
O ativista maiorquino Reyes Rigo, o único membro espanhol da Flotilha Global Sumud ainda preso em Israel, chegou a um acordo com o Ministério Público da região de Negev para ser deportado de volta à Espanha.
Foi o que o consulado espanhol disse ao irmão de Rigo nesta sexta-feira, explicou à Europa Press a conselheira do Unidas Podemos no Conselho Municipal de Palma, Lucía Muñoz, que viajou na Flotilha com o ativista detido em Israel.
A família de Rigo aguarda agora o contato com o advogado que a defende e o pagamento da multa, cujo valor ainda não é conhecido, para que a ativista possa ser deportada de volta à Espanha.
De acordo com Muñoz, em virtude do acordo com o Ministério Público, Rigo admitiu uma pequena agressão em legítima defesa contra um oficial israelense, razão pela qual ela não foi deportada junto com os outros espanhóis que foram presos em 1º de outubro quando viajavam a bordo da Flotilha Global Sumud com ajuda para Gaz.
O pacto com a Promotoria Pública da região de Negev ocorreu logo após a apresentação de acusações contra Rigo e a solicitação de sua prisão preventiva, de acordo com a Polícia de Israel na sexta-feira.
Uma acusação foi apresentada contra Rigo no Tribunal do Magistrado de Ber Sheva após a conclusão da investigação policial, disse a polícia em uma mensagem em seu perfil 'X'.
De acordo com a polícia, ele é acusado de se recusar a entrar em uma cela e de atacar uma agente penitenciária de Keziot, mordendo sua mão e causando-lhe ferimentos. Os fatos teriam ocorrido no domingo passado.
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