SEVILLA 8 set. (EUROPA PRESS) -
O coordenador federal da Izquierda Unida (IU), Antonio Maíllo, reprovou o governo andaluz na segunda-feira por sua recusa em aceitar a distribuição de menores migrantes desacompanhados das Ilhas Canárias, argumentando que a administração regional "tem que cumprir, como o resto das comunidades".
Em uma coletiva de imprensa realizada na sede regional da IU Andalucía, Maíllo argumentou que essa questão deve ser abordada como "uma questão de humanidade" e descreveu essa recusa como "indecência" e apelou para que ela seja "rejeitável" a partir de "coordenadas morais".
O líder da IU pediu que esses migrantes fossem vistos como "menores acima de tudo" e, por causa dessa condição, "eles precisam de atenção", descrevendo-os como o "setor mais vulnerável da sociedade".
"São menores que perderam seus pais, que viram como seus pais se afogaram no meio do Atlântico", Maíllo continuou argumentando sobre as circunstâncias que cercam essas pessoas, antes de voltar a reprovar "a falta de humanidade" do Partido Popular, que ele especificou em sua "frivolização e resistência em assumir as cotas de menores como se fossem exércitos de pessoas", quando ele sustentou que é "um número absolutamente assumível por cada comunidade".
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