Publicado 31/08/2025 02:28

Maduro saúda o "compromisso" do povo venezuelano após o alistamento "maciço" de milicianos voluntários

3 de agosto de 2025: 03 DE AGOSTO DE 2025. Dia da bandeira nacional, na cidade de Valencia, estado de Carabobo. Foto: Juan Carlos Hernández
Europa Press/Contacto/Juan Carlos Hernandez

MADRID 31 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aplaudiu no sábado o alistamento "maciço" de voluntários para a Milícia Bolivariana que o chavismo pretende formar com o objetivo de reforçar a segurança, após seu chamado para unir forças contra uma hipotética "agressão militar" dos Estados Unidos.

"Parabenizo o heroico povo venezuelano por sua participação maciça e exemplar no segundo Dia de Alistamento do Plano Nacional de Soberania e Paz 'Simon Bolívar', um ato que reafirma o compromisso com a defesa integral da nação", disse o presidente em uma mensagem compartilhada por meio de seu canal oficial no Telegram.

Na mesma linha, o presidente agradeceu a "bravura" de todas as pessoas que "responderam ao chamado do clarim da pátria" e previu a criação de um "bloco histórico invencível contra qualquer ameaça do imperialismo norte-americano e seus lacaios fascistas", graças à "coesão de (suas) forças populares".

Com relação a esses corpos espontâneos de lutadores, Maduro também elogiou sua "organização, consciência e amor pela Venezuela" e os apresentou como um exemplo de resistência, como a imagem viva de "um povo que não desiste, que se prepara, se une e defende sua soberania com dignidade e coragem".

"Reafirmo que o caminho para a paz e a independência plena é construído com o protagonismo do povo. Continuemos avançando com firmeza e com a força de nossas raízes rebeldes e libertárias, com a clareza de nosso destino. Viva o povo venezuelano, a soberania e a paz", concluiu o presidente.

As palavras de Maduro foram proferidas depois que seu governo lançou a segunda fase do registro voluntário de milicianos para a população civil, à qual ele vem apelando - para esse fim - com mensagens contra a "agressão militar".

O presidente venezuelano anunciou na semana passada um plano para mobilizar 4,5 milhões de milicianos, embora na primeira fase de alistamento tenha se limitado a garantir que a população havia apoiado "maciçamente" a convocação, sem fornecer números específicos de registro.

Da mesma forma, o governo venezuelano, que anunciou o envio de 15.000 soldados para a fronteira com a Colômbia, apelou nos últimos dias para a defesa da soberania para combater o envio de vários navios militares dos EUA para as águas da região, um apelo que resultou em uma resposta "maciça" da população venezuelana, de acordo com suas próprias palavras.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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