Publicado 19/12/2025 04:52

Maduro promete "quebrar a maldição da traição" na Venezuela após as "agressões" dos EUA

Archivo - Arquivo - Nicolás Maduro, Presidente da Venezuela
PRESIDENCIA DE VENEZUELA - Arquivo

MADRID 19 dez. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, prometeu "quebrar a maldição da traição" ao país caribenho e insistiu que "defenderá lealmente a pátria" contra as "agressões" dos Estados Unidos, que anunciaram um "bloqueio total" à entrada e saída de navios venezuelanos.

O presidente expressou sua "lealdade ao comandante Hugo Chávez" e destacou que "esse juramento é cumprido com a alma enrugada, mas com absoluta determinação, com o risco da própria vida".

"Vim para jurar e dizer ao Comandante Chávez em uma mensagem, do fundo da alma popular: Comandante Chávez, nós não lhe faltaremos. Na Venezuela, quebraremos a maldição da traição e seremos leais ao senhor aqui nesta vida e além, em todas as vidas que nos tocarão", disse ele, de acordo com informações coletadas pelo jornal 'El Universal'.

"O povo não estava tão capacitado, tão organizado como está hoje, porque antes tinha consciência revolucionária, mas hoje tem uma consciência superior, que é uma consciência patriótica que une o conhecimento revolucionário com a consciência da pátria", disse ele.

Nesse sentido, ele expressou sua "lealdade absoluta à pátria e ao povo, a Bolívar e à história, ao ressuscitador do projeto original do gigante dos gigantes e grande guerreiro, Simón Bolívar".

Essas declarações foram feitas depois que os militares dos EUA mataram várias pessoas em um novo ataque a barcos no Oceano Pacífico. Esses ataques, que se somam aos ocorridos no Mar do Caribe e já causaram mais de 90 mortes, têm como objetivo pressionar o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro e são uma resposta à suposta luta de Washington contra o tráfico de drogas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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