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MADRID 7 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente da França, Emmanuel Macron, recusou-se nesta terça-feira a se pronunciar sobre a sentença contra a líder da Agrupação Nacional, Marine Le Pen, cuja pena foi reduzida pela justiça para três anos de prisão e 15 meses de liberdade condicional, e afirmou que “o democrático é não comentar decisões judiciais”.
“O que é realmente saudável para a democracia é que o presidente não comente decisões judiciais”, afirmou Macron, que se encontra em visita oficial à Síria antes de seguir para a Turquia, onde deve participar da cúpula da OTAN que ocorre em Ancara nesta semana.
A decisão proferida pelo Tribunal de Apelações de Paris, que condenou Le Pen por desvio de fundos, abre caminho para que ela possa se candidatar às eleições presidenciais de abril de 2027, conforme consta de um comunicado do Ministério Público de Paris divulgado à Europa Press.
Além disso, dos três anos de prisão, dois foram suspensos e ela terá que cumprir um ano em prisão domiciliar, usando uma pulseira eletrônica — condição que a política de extrema direita esperava evitar. A própria Le Pen havia indicado que, caso o tribunal adotasse essa medida, ela estaria disposta a ficar fora da cena política.
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