Publicado 24/09/2025 14:06

Macron pede que os países da OTAN aumentem a escala em caso de novas "provocações" russas, mas sem abater aviões

NAÇÕES UNIDAS, 23 de setembro de 2025 -- O presidente francês Emmanuel Macron faz um discurso durante o Debate Geral da 80ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) na sede da ONU em Nova York, em 23 de setembro de 2025.
Europa Press/Contacto/Li Rui

MADRID 24 set. (EUROPA PRESS) -

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta quarta-feira que os países da OTAN devem "intensificar" sua resposta no caso de novas "provocações" da Rússia, embora não seja a favor de disparar contra aeronaves russas que entrem no espaço aéreo dos países-membros.

"A OTAN reagiu de forma proporcional, elevando sua postura de defesa (...) Se eles provocarem novamente, devemos reagir com um pouco mais de força", enfatizou durante uma entrevista a dois meios de comunicação franceses de Nova York, onde participou da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Nesse sentido, Macron enfatizou que é "totalmente legítimo" que os países afetados por violações de seu espaço aéreo ou terrestre reajam a esse respeito, fazendo alusão às palavras do primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, sobre o abate de aeronaves russas sem aviso prévio.

No entanto, o presidente francês afirmou que a resposta coletiva da OTAN foi "proporcional". "A questão é que não vamos abrir fogo", argumentou, acrescentando que essas incursões são "testes" do exército russo.

Isso ocorre depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, se pronunciou no dia anterior a favor de que os países da OTAN abatessem aviões que entrassem em seu espaço aéreo, após ataques recentes na Polônia, Romênia e Estônia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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