Publicado 13/06/2025 09:01

Macron pede "contenção máxima" e defende o "direito" de Israel de se "proteger"

Archivo - HANDOUT - 26 de março de 2025, França, Paris: O presidente francês Emmanuel Macron participa de uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, após suas conversas em Paris. Foto: -/Presidência da Ucrânia/dpa -
-/Ukrainian Presidency/dpa - Arquivo

MADRID 13 jun. (EUROPA PRESS) -

O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu às autoridades iranianas e israelenses que mantenham a "máxima contenção" para "não colocar em risco a estabilidade" no Oriente Médio, embora tenha defendido o "direito" de Israel "de se proteger e garantir sua segurança", em um sinal de apoio à última onda de ataques lançada na madrugada de sexta-feira contra o Irã.

Macron, que convocou com urgência o Conselho Nacional de Defesa e Segurança, conversou nas últimas horas com o presidente dos EUA, Donald Trump, e com os principais líderes políticos da Arábia Saudita, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Catar e Alemanha para discutir os últimos acontecimentos.

"A paz e a segurança de toda a região devem continuar sendo nossa bússola", destacou Macron, que em uma mensagem em sua conta na rede social X lembrou que a França já condenou "em várias ocasiões" o programa nuclear iraniano e tomou "medidas diplomáticas" para tentar resolver todas as dúvidas.

Ele se ofereceu para trabalhar "com todos os parceiros" para reduzir as tensões, dado o medo generalizado de que esses ataques possam levar a uma nova escalada, já que Israel não encerrou suas operações e o Irã ameaçou responder. Macron disse que a França tomará medidas para proteger seus cidadãos, instalações diplomáticas e destacamentos militares na área.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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