Europa Press/Contacto/Julien Mattia
MADRID 25 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente da França, Emmanuel Macron, instou nesta terça-feira seu homólogo iraniano, Masud Pezeshkian, a que o país asiático participe “de boa-fé nas negociações” — no âmbito do processo em andamento com os Estados Unidos — com o objetivo de abrir caminho para a distensão e, por sua vez, criar um contexto que atenda às “expectativas” da comunidade internacional em relação ao seu programa nuclear e de mísseis balísticos.
“Exortei o Irã a participar de boa-fé nas negociações, com o objetivo de abrir caminho para a distensão e proporcionar um quadro que satisfaça as expectativas da comunidade internacional em relação ao programa nuclear e de mísseis balísticos do Irã, bem como às suas atividades de desestabilização regional”, declarou o mandatário francês através de suas redes sociais, após manter uma conversa com Pezeshkian.
Por sua vez, o chefe do Executivo francês reiterou o apelo feito a Teerã há pouco mais de uma semana, no qual defendia a “absoluta necessidade” de “pôr fim” aos “ataques inaceitáveis” contra os países da região, ao mesmo tempo em que defendeu a tentativa de “preservar a energia e a infraestrutura civil” e o restabelecimento da liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, ponto estratégico do comércio internacional de petróleo que atualmente se encontra bloqueado de fato pelo Exército do Irã.
Por fim, Macron voltou a exigir do governo iraniano que permita o retorno à França “o mais rápido possível” de seus “compatriotas” Cécile Kohler e Jacques Paris, que foram detidos em 2022 no Irã sob acusação de espionagem, tendo sido libertados em 4 de novembro de 2025, quando o próprio Macron anunciou que eles haviam saído da prisão de Evin e se dirigiam à Embaixada da França em Teerã.
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