Publicado 05/01/2026 14:16

Macron organiza uma nova reunião da coalizão dos dispostos para a Ucrânia na terça-feira, da qual Sánchez participará

Archivo - Arquivo - 1º de dezembro de 2025, Paris, Ile-De-France (Região, França): O Presidente da República, Emmanuel Macron, recebeu o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Palácio Élysé em 1º de dezembro de 2025.
Europa Press/Contacto/Julien Mattia - Arquivo

MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -

O presidente francês, Emmanuel Macron, será o anfitrião de uma nova reunião da coalizão dos dispostos para a Ucrânia, o grupo de aliados que estuda formas de garantir a segurança de Kiev a longo prazo, em Paris, na terça-feira, que contará com a presença de líderes europeus, incluindo o presidente do governo, Pedro Sánchez.

A capital francesa sediará a cúpula desse grupo de países, liderado pela França e pelo Reino Unido, que está discutindo formas de fortalecer a capacidade militar da Ucrânia a longo prazo, com vistas ao dia seguinte a um acordo de paz com a Rússia. Os líderes europeus terão a companhia do presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, e da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, bem como do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte.

A cúpula fará um balanço das conversações em andamento para estabelecer uma estrutura para uma paz justa e duradoura na Ucrânia, com o objetivo de avançar nas contribuições para as garantias de segurança e chegar a um acordo sobre as próximas etapas para um maior apoio.

Nos últimos dias, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, estabeleceu como meta que a cúpula faça uma "contribuição adicional para a defesa da Ucrânia e para acelerar o fim da guerra".

"A Ucrânia estará preparada para os dois caminhos possíveis: a diplomacia, que estamos buscando, ou a defesa ativa contínua, caso a pressão de nossos parceiros sobre a Rússia se mostre insuficiente", disse o líder ucraniano, que enfatizou que Kiev "busca a paz", mas "não cederá sua força a ninguém".

As garantias de segurança propostas para a Ucrânia têm três camadas de proteção e envolvem os Estados Unidos, explicou o secretário-geral da OTAN semanas atrás, embora tenha admitido que Washington está debatendo o papel específico que desempenharia no cenário pós-guerra.

Além das próprias forças da Ucrânia, as garantias de segurança incluirão tropas estrangeiras da coalizão dos dispostos, que é liderada pelo Reino Unido e pela França.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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