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MADRID 11 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente da França, Emmanuel Macron, condenou os planos aprovados pelo governo israelense para expandir a operação na Faixa de Gaza e "reocupar" a área, um "desastre anunciado" que, segundo o presidente francês, é "sem precedentes" e lança as bases para uma "guerra permanente" na região.
"Os reféns israelenses e o povo de Gaza continuarão a ser as primeiras vítimas dessa estratégia", enfatizou Macron, que mais uma vez pediu um cessar-fogo "permanente" em sua primeira reação direta aos últimos planos do governo de Benjamin Netanyahu, segundo o Eliseu.
O presidente francês propôs o envio de uma missão de estabilização da ONU para garantir a segurança e proteger os civis, bem como para apoiar um futuro gabinete palestino cujas tarefas incluiriam o desarmamento do Hamas, o grupo que controla a Faixa de Gaza desde 2007.
"Essa é a prioridade. Dizemos não a uma operação militar e sim a uma coalizão internacional sob mandato da ONU para combater o terrorismo, estabilizar Gaza e ajudar seu povo a estabelecer um governo de paz e estabilidade.
Macron, que pediu a mobilização do Conselho de Segurança da ONU, onde os Estados Unidos têm poder de veto, entende que "essa é a única saída confiável para uma situação inaceitável tanto para as famílias dos reféns quanto para os habitantes de Gaza".
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