Publicado 24/10/2025 12:53

Macron diz que a França fornecerá à Ucrânia novos mísseis Aster e caças Mirage

17 de outubro de 2025, França, Paris: O presidente francês Emmanuel Macron espera para receber a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, antes de sua reunião no Palácio do Eliseu. Foto: Julien Mattia/Le Pictorium via ZUMA Press/dpa
Julien Mattia/Le Pictorium via Z / DPA

MADRID 24 out. (EUROPA PRESS) -

O presidente francês Emmanuel Macron anunciou na sexta-feira, durante uma reunião da Coalizão dos Dispostos, que a França planeja fornecer à Ucrânia "nos próximos dias" novos mísseis Aster e aviões Mirage.

"Nas próximas semanas, tomaremos medidas adicionais em termos de financiamento. Tivemos uma longa discussão ontem no Conselho Europeu", explicou o presidente em um comunicado divulgado pelo Eliseu, acrescentando que os outros membros da coalizão anunciarão outras "iniciativas" para ajudar Kiev.

A reunião por videoconferência contou com a presença do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, bem como do chanceler alemão Friedrich Merz e de outros líderes europeus, incluindo o presidente ucraniano Volodimir Zelenski, que está visitando Londres.

A reunião foi realizada depois que os líderes da UE concordaram, na quinta-feira, em incumbir a Comissão Europeia de preparar "o mais rápido possível" a base legal para o uso de ativos russos congelados na Europa para um empréstimo destinado a financiar o esforço de guerra da Ucrânia.

A UE espera adiantar o trabalho para retomar a questão no próximo Conselho Europeu, programado para 18 e 19 de dezembro. Ao fazer isso, está tomando medidas para a ideia de adotar os empréstimos de reparo antes do final do ano e para que os fundos cheguem à Ucrânia nos primeiros meses de 2026.

Embora o texto finalmente adotado dilua a redação anterior, na qual os líderes se referiam ao uso da liquidez gerada pelos ativos, um termo que não aparece mais, fontes europeias consultadas pela Europa Press especificam que o acordo dá um impulso aos planos de uso dos ativos russos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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