Publicado 01/06/2026 08:50

Machado volta a Oslo e afirma que sua missão está "quase concluída"

Archivo - Arquivo - 20 de abril de 2026, Madri, Madri, ESPANHA: A líder da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, MARIA CORINA MACHADO, participa do renomado fórum de debate Forum Europa em Madri, em um de seus últimos compromissos duran
Europa Press/Contacto/David Cruz Sanz - Arquivo

MADRID 1 jun. (EUROPA PRESS) -

A líder da oposição venezuelana e Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, anunciou que está de volta a Oslo, capital da Noruega, retornando assim à primeira cidade onde chegou em dezembro de 2025 após deixar o país para receber o referido prêmio e iniciar uma turnê internacional.

"De volta a Oslo. Quando saí da Venezuela, fiz isso com uma missão que começou nesta cidade. Hoje, volto com essa missão quase concluída, para falar aos venezuelanos que nos esperam em casa e também àqueles que estão aqui na Noruega”, afirmou Machado em uma mensagem nas redes sociais, na qual faz referência ao ponto de partida de sua atividade internacional nos últimos meses, durante os quais se reuniu com líderes mundiais, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Dessa forma, Machado, que não esclareceu quando retornará a Caracas, indicou que se reencontrará “em breve” com o povo venezuelano “em casa”.

Sua equipe de comunicação lembrou que Oslo foi a cidade que recebeu a líder da oposição venezuelana “após 12 anos de proibição de saída” do país.

“Naquela primeira vez, o motivo foi receber o Prêmio Nobel da Paz; hoje, a razão é ainda maior: falar em nome dos milhões de venezuelanos que resistem e nos esperam na Venezuela”, destacou ela em outra mensagem nas redes sociais.

Machado, juntamente com o candidato à presidência, Edmundo González, apresentou na semana passada um roteiro “rumo à liberdade” com dois processos a serem realizados “simultaneamente”, que incluem uma fase de negociação com o Executivo venezuelano, “com o acompanhamento” dos Estados Unidos, bem como a busca por um “grande acordo nacional” com diferentes setores políticos, sociais e profissionais da Venezuela.

Para as referidas e hipotéticas negociações, os signatários reivindicaram como “necessários” uma série de “gestos que contribuam para criar um ambiente político favorável e que demonstrem vontade de avançar neste processo”. Assim, pedem às autoridades de Caracas, após a saída de Nicolás Maduro do poder, que aprofundem “a libertação total dos presos políticos, civis e militares”; “o retorno seguro dos exilados por motivos políticos” e “a normalização do espaço cívico e político”, solicitando que seja desmantelado o aparato repressivo na Venezuela.

Machado vem insistindo que a queda de Maduro fez com que o processo democrático na Venezuela “se acelere”, mas evitou definir uma data para seu retorno.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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