PRESIDENCIA DE BRASIL/RICARDO STUCKERT - Arquivo
MADRID 6 out. (EUROPA PRESS) -
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao seu colega norte-americano que retire as tarifas de até 40% sobre as exportações brasileiras e as sanções contra altos funcionários, em uma ligação telefônica na qual foi mantida a "boa química" que tiveram em Nova York.
A presidência brasileira destacou o "bom tom" da conversa que durou meia hora e na qual os dois líderes relembraram a boa impressão que tiveram um do outro há poucos dias na Assembleia Geral das Nações Unidas.
"Lula descreveu o encontro como uma oportunidade para restaurar as relações amistosas de 201 anos entre as duas maiores democracias ocidentais", disse a Presidência em uma nota na qual informou que ambos os líderes trocaram números pessoais para ter "comunicação direta".
Lula também lembrou a Trump que o Brasil é um dos três países do G20 com os quais os Estados Unidos mantêm um superávit na balança de bens e serviços e pediu que ele retirasse as sanções e restrições que impôs a alguns altos funcionários, como no caso do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
Por fim, os dois concordaram em se encontrar em breve. Lula propôs essa possibilidade na cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), na Malásia, no final de outubro, ou na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Belém, em novembro.
Enquanto Trump não aceitar o convite, Lula expressou sua disposição de viajar para os Estados Unidos.
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