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MADRID 6 nov. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, pediu que o contexto político seja separado das urgências climáticas. Nesse contexto, ele criticou as "rivalidades estratégicas e os conflitos armados que desviam a atenção e esgotam os recursos que deveriam ser usados para enfrentar o aquecimento global".
"Essas forças extremistas fabricam notícias falsas para obter ganhos eleitorais e perpetuar nas gerações futuras um modelo que deve ser superado e que nos mostra perpétuas desigualdades socioeconômicas e degradação ambiental", apontou em seu discurso na sessão plenária dos líderes gerais na Cúpula do Clima (COP30), que começa hoje em Belém (Brasil) e vai até sexta-feira, dia 21.
Ele também pediu que se supere a "desconexão entre os círculos diplomáticos e a realidade". "As pessoas não entendem o que são emissões ou toneladas métricas de carbono, mas todo mundo conhece os efeitos da poluição", enfatizou.
Na opinião de Lula, as mudanças climáticas são consequência da mesma dinâmica que "fraturou" as sociedades durante séculos, "dividindo-as em ricas e pobres e separando o mundo em países desenvolvidos e em desenvolvimento". "Será impossível conter as mudanças climáticas sem superar a desigualdade", enfatizou.
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