Publicado 21/10/2025 01:07

Lula nomeia um novo ministro da presidência enquanto Macedo sai para concorrer à reeleição em 2026

O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com o ex-ministro Márcio Macedo (esquerda) e seu sucessor na Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (direita).
LULA EN X

MADRID 21 out. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, nomeou Guilherme Boulos como ministro da Presidência na segunda-feira, substituindo Márcio Macedo, que está deixando o cargo para se candidatar como membro do parlamento nas eleições gerais a serem realizadas no país em 2026.

"Convidei o deputado Guilherme Boulos para assumir o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República", anunciou Lula em uma publicação na rede social X, na qual indicou que ele substituirá Márcio Macedo, a quem agradeceu por "todo o seu trabalho para ampliar e fortalecer a participação social" em seu Executivo.

Por meio da mesma plataforma, Macedo motivou sua decisão sobre sua candidatura nas eleições de 2026 e garantiu que estava saindo "com a sensação de dever cumprido e com a certeza de ter cumprido tudo o que prometi durante a campanha".

"Sou profundamente grato ao presidente Lula, com quem caminhei lado a lado desde 2015, como tesoureiro do PT, nas caravanas 'Lula pelo Brasil', na luta pela liberdade do presidente, na coordenação da campanha vitoriosa de 2022, na transição de governo e, nos últimos dois anos e nove meses, como ministro", disse ele sobre seus últimos anos como aliado do atual presidente brasileiro.

Por sua vez, Boulos agradeceu a Lula e ressaltou que sua "principal missão será ajudar a levar o governo às ruas, divulgando suas realizações e ouvindo as demandas populares em todos os estados do Brasil". "Minha grande escola de vida e de luta foi o movimento social brasileiro e agora vou levar esse aprendizado para o Planalto", ressaltou, referindo-se ao palácio onde está sediado o governo. Ele também parabenizou Macedo por sua atuação no Executivo e prometeu dar continuidade ao seu trabalho.

O novo ministro, que, segundo informações apuradas pelo jornal 'Folha', não pretende se candidatar à reeleição nas eleições do ano que vem, é oriundo do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, grupo que reivindicava moradia em áreas urbanas e no qual atuou por mais de 20 anos, chegando a ser coordenador nacional, embora já tenha se desligado.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado