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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou as políticas de seu colega norte-americano, Donald Trump, na quarta-feira, durante a cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), realizada em Honduras, e enfatizou que "as guerras comerciais não têm vencedores".
"Os migrantes são criminalizados e deportados em condições degradantes. Tarifas arbitrárias desestabilizam a economia internacional e aumentam os preços. A história nos ensina que as guerras comerciais não têm vencedores", disse ele.
Ele enfatizou que a autonomia da região "está novamente sob ameaça". "As tentativas de restaurar antigas hegemonias pairam sobre nossa região. A liberdade e a autodeterminação são as primeiras vítimas de um mundo sem regras acordadas multilateralmente", enfatizou.
Por essa razão, Lula afirmou que se a região "continuar separada, corre o risco de voltar" a ser uma "zona de influência em uma nova divisão do globo entre superpotências". "É imperativo que a América Latina e o Caribe redefinam seu lugar na nova ordem global que está surgindo", disse ele.
O presidente brasileiro também enfatizou que a cooperação entre os países da CELAC "não deve ser guiada apenas por interesses defensivos", mas que deve haver "um programa estruturado de ação" em torno de três temas: a defesa da democracia, as mudanças climáticas e a integração econômica e comercial.
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