Ricardo Stuckert/Agencia Brazil/ Dpa - Arquivo
MADRID, 31 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, confirmou nesta terça-feira que Geraldo Alckmin será novamente seu vice-presidente na candidatura para as eleições de outubro de 2026, enquanto catorze de seus ministros — e espera-se que mais alguns nos próximos dias — já apresentaram sua renúncia para concorrer a essas eleições, nas quais também serão eleitos o Congresso e os governos locais.
Alckmin deixará o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, anunciou Lula em uma reunião de gabinete no Palácio do Planalto, na qual também anunciou as novas mudanças em seu governo.
Às saídas anunciadas nesta terça-feira somam-se outras, como a de Fernando Haddad do Ministério da Fazenda para se candidatar a governador de São Paulo, sendo substituído por Dario Durigan, conforme anunciado há alguns dias.
A intenção do presidente Lula é minimizar ao máximo o impacto dessas mudanças; por isso, a ideia é que os secretários executivos das respectivas pastas assumam a liderança e garantam assim a continuidade das políticas que vêm sendo executadas em cada uma delas, como é o caso de Durigan.
Os candidatos que atualmente ocupam um cargo público e pretendem concorrer às próximas eleições de outubro têm até 4 de abril para apresentar sua renúncia, conforme determina a lei eleitoral brasileira.
O presidente brasileiro compartilhou nesta terça-feira seus últimos momentos com seu gabinete, tal como estava constituído, para expressar seu apoio de vista às eleições de outubro, enfatizando a necessidade de que convençam os eleitores de que, sem o povo brasileiro, “nada pode acontecer”.
“Daí a necessidade de que sejam candidatos. A mudança é possível, mas somente se se convencer o povo de que, somente ele, pode mudar o panorama político com o qual não concorda”, afirmou Lula, que também lamentou o agravamento da situação política atual e a degradação de algumas instituições.
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