Publicado 19/06/2025 13:52

Lula compara o Brasil de Bolsonaro a Gaza: "Foi uma destruição premeditada".

Presidente brasileiro confiante na vitória em uma hipotética candidatura para 2026

22 de maio de 2025, São Paulo, São Paulo, Brasil: São Paulo (SP), 22/05/2025 Êxito Esporte/Caixa/Presidente/Lula/SP - O Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, participará da cerimônia de renovação de patrocínio da Caixa e do Governo
Europa Press/Contacto/Leco Viana, Leco Viana

MADRID, 19 jun. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, garantiu que encontrou um país "semidestruído" depois de vencer as eleições de outubro de 2022 contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o que o lembra da "destruição premeditada" que Israel está realizando atualmente na Faixa de Gaza.

"De vez em quando eu olho para a destruição da Faixa de Gaza e imagino o Brasil que nós encontramos", comparou Lula em uma entrevista na quinta-feira para o podcast Mano a Mano. "Foi uma destruição premeditada", disse ele.

"O presidente não gostava de nenhum ministério que pudesse ser uma alavanca para organizar a sociedade", disse Lula em referência ao seu adversário, que não poderá concorrer nas eleições de 2026 devido a uma inabilitação até 2030 por atacar o sistema eleitoral em uma reunião com autoridades estrangeiras na residência oficial.

Com relação às eleições de 2026, Lula disse que, se sua saúde estiver boa, ele concorrerá e está convencido de que vencerá, independentemente de quem seja seu rival na extrema direita. "Eles podem dizer o que quiserem, mas vão ter que fazer mais do que eu (...) Se eu for candidato, é para ganhar", enfatizou.

"Quem quiser me derrotar vai ter que estar nas ruas mais do que eu, vai ter que falar com as pessoas mais do que eu. Duvido que haja alguém capaz de fazer isso, pelo menos entre os que estão por aí", disse ele, referindo-se aos candidatos conservadores e mais direitistas que têm aparecido nos últimos meses.

Entre eles está o governador de São Paulo, Tarcísio de Freita, que, de acordo com uma pesquisa recente do Grupo Folha - um conglomerado de mídia -, concorreria com o presidente brasileiro no segundo turno dessas eleições.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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