O presidente da Bielorrússia, acompanhado por Putin, reprova o líder dos EUA por "não fazer política dessa forma" com uma "potência nuclear".
MADRID, 1 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, criticou na sexta-feira a ameaça de sanções contra a Rússia que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avançou e pediu ao líder americano que aja com cautela levando em conta o enorme poder ofensivo da Rússia, uma potência nuclear.
"Essa não é a maneira de fazer política. Se você quer paz, tem que se envolver com cuidado e profundidade. Este é um conflito militar. E você não poderá apontar nada sobre isso. Especialmente com uma potência nuclear. É simplesmente ridículo", disse Lukashenko em uma coletiva de imprensa com o presidente russo Vladimir Putin, que está visitando a cidade bielorrussa de Valaam.
Lukashenko, que se reuniu há algumas semanas com o enviado de Trump para a Ucrânia, Keith Kellogg, reiterou o que disse ao representante dos EUA. "Eu disse a ele abertamente: se o seu presidente agir com cuidado, poderemos chegar a um acordo", explicou o presidente bielorrusso em declarações relatadas pela agência de notícias oficial do país, Belta.
O presidente também confirmou os planos da Rússia de fornecer seus mísseis Oreshnik para Belarus até o final do ano como prova da união inquebrável entre os dois países.
"Se alguém fechar uma porta para nós, há muitas outras abertas no mundo. Nós vivemos e continuaremos a viver. Ninguém será capaz de nos separar. Estamos determinados a defender nossos interesses", disse o presidente de Belarus.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático