Publicado 04/06/2025 06:52

Lukashenko denuncia "campanha de pressão" contra a China e Belarus após reunião com Xi

Os presidentes de Belarus e da China, Alexander Lukashenko e Xi Jinping.
Europa Press/Contacto/Huang Jingwen

MADRID 4 jun. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, denunciou nesta quarta-feira a existência de uma "campanha de pressão conduzida pelo Ocidente" contra a China e a Bielorrússia, após seu encontro com seu homólogo chinês, Xi Jinping, durante uma visita a Pequim.

Lukashenko, que advertiu que essa pressão "não tem precedentes", enfatizou que a China "não permitirá que a ordem mundial se rompa", algo de que muitos países "já estão convencidos", de acordo com um comunicado da Presidência de Belarus.

Depois de uma reunião que durou cerca de duas horas, o líder bielorrusso se referiu a Xi como um "amigo" e enfatizou que as coisas haviam corrido "tão bem quanto possível". "Chegamos a um acordo para intensificar as relações bilaterais entre as partes, portanto, essa reunião foi muito bem-sucedida", disse ele. "Nosso camarada chinês fala russo muito bem, ele conhece o idioma", acrescentou.

O líder bielorrusso, que está no poder desde a década de 1990, está na China para uma visita de três dias. Por sua vez, o presidente chinês elogiou a boa "amizade" entre as partes e enfatizou a "sinceridade" que caracteriza os laços bilaterais.

"A amizade tradicional entre os dois países ganhou força ao longo do tempo e agora desfruta de confiança política mútua e cooperação em vários campos", disse ele, enfatizando a importância de trabalhar "a longo prazo".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado