Publicado 06/04/2026 08:56

Lukashenko acredita que a guerra no Irã mostrou aos EUA que "jamais" conseguirão derrotar a China

Archivo - Arquivo - 26 de fevereiro de 2026, Rússia, Rússia, Federação Russa: O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, realizaram uma reunião do Conselho Supremo do Estado no Grande Palácio do Kremlin, na Rússi
Europa Press/Contacto/Russian Foreign Ministry's o

MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, afirmou nesta segunda-feira que a guerra no Irã revelou não apenas a “vulnerabilidade” dos Estados Unidos, mas também que o país “jamais” conseguirá derrotar a China.

“O principal inimigo, como sempre se disse, é a China, mas hoje os Estados Unidos também compreenderam que nunca conseguirão vencer os chineses”, afirmou durante um encontro em Minsk com o secretário-geral da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), Taalatbek Masadikov, segundo a agência Belta.

Lukashenko destacou que os Estados Unidos demonstraram sua “vulnerabilidade” diante de “um país poderoso”, como é o Irã, “com grandes tradições”, que nenhum outro pode derrotar graças à sua situação geográfica “muito complexa”, mas também à disposição de seu povo “de morrer por sua terra”.

“Pérsia, o que mais se pode dizer? Conhecemos perfeitamente a história desse país. Portanto, é preciso acabar com isso”, disse Lukashenko, para quem a guerra no Irã também deixou claras as posições do Ocidente sobre o que considera democracia ou Direitos Humanos.

“A posição dos Estados Unidos e do Ocidente já está absolutamente exposta (...) Trump expôs essa situação e agora entendemos onde estão os ‘direitos humanos’, onde está a ‘democracia’ (...) Devemos tirar as conclusões pertinentes do que aconteceu. Especialmente no que diz respeito ao Irã”, avaliou.

No último dia 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque surpresa contra o Irã e seu programa nuclear, enquanto ocorriam negociações mediadas por Omã, o que já deixou mais de 2.000 mortos na nação persa.

Nas últimas semanas, o presidente Donald Trump intensificou as ameaças de varrer o Irã do mapa, incluindo infraestruturas civis como usinas de energia ou usinas de dessalinização, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz, enquanto continuam as operações para derrubar o regime.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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