Publicado 17/04/2025 09:18

Luisa González insiste em sua denúncia de fraude eleitoral nas eleições presidenciais do Equador.

Archivo - 3 de outubro de 2023, Guayaquil, Equador: (INT) A candidata presidencial do Equador, Luisa Gonzalez, fala para estudantes universitários. 03 de setembro de 2023, Guayaquil, Equador: A candidata presidencial do Equador, Luisa Gonzalez, realizou u
Europa Press/Contacto/Alejandro Baque - Arquivo

MADRID 17 abr. (EUROPA PRESS) -

A candidata da oposição nas eleições presidenciais do Equador, Luisa González, reiterou mais uma vez suas alegações de suposta fraude eleitoral em favor de Daniel Noboa, que foi reeleito com pouco mais de 55% dos votos.

Pouco depois da confirmação da vitória de Noboa, González veio a público denunciar uma série de irregularidades durante o processo eleitoral e no dia da votação, embora nenhum de seus aliados a tenha apoiado e seu apoio internacional também seja baixo.

González publicou um vídeo em seu perfil oficial nas redes sociais no qual garante que, depois de "um tempo prudente", agora está em condições de denunciar uma série de "descobertas" e irregularidades detectadas durante as eleições.

"Sou obrigado a denunciar o grave ataque ao nosso país, que foi pisoteado em sua ordem legal e constitucional. Essa campanha, repleta de irregularidades, começou com o fato de que o Sr. Noboa fez campanha sem licença", González iniciou sua apresentação.

Nesse ponto, a candidata do correísmo detalhou que, desde domingo, ela encontrou evidências de que "várias versões das atas foram modificadas pelo próprio Conselho Nacional Eleitoral (CNE)", alterando não apenas a cadeia de custódia dos votos, mas também o resultado final.

"Havia evidências de uma diminuição artificial do absenteísmo. Em outras palavras, havia mais votos do que eleitores. A maioria das seções eleitorais não cumpriu o protocolo que exige o registro do número de eleitores e, por essa razão, exigimos que o CNE publique imediatamente todas as atas", acrescentou.

González exigiu uma audiência pública de auditoria para analisar os votos e pediu a invalidação de quase 2.000 relatórios de seções eleitorais não assinados, além de mais de 1.500 outros em que o número de votos e eleitores não coincidem.

O Equador realizou o segundo turno de uma eleição presidencial no domingo, na qual Noboa venceu com pouco mais de 55% dos votos contra González, que ficou muito aquém de sua intenção de devolver a esquerda ao poder e que denunciou fraude eleitoral.

Entretanto, os grupos e líderes políticos que a apoiaram no segundo turno agora se distanciaram dessas alegações e reconheceram a vitória de Noboa. No âmbito internacional, somente os presidentes da Colômbia e da Venezuela, Gustavo Petro e Nicolás Maduro, respectivamente, denunciaram irregularidades, enquanto a mexicana Claudia Sheinbaum expressou suas dúvidas sobre o processo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado