Gustavo Valiente - Europa Press - Arquivo
MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -
A candidata presidencial equatoriana Luisa González, porta-bandeira do Correísmo, anunciou que, se vencer o segundo turno das eleições de 13 de abril, reconhecerá o governo de Nicolás Maduro na Venezuela, com a premissa de que isso acelerará a deportação de imigrantes venezuelanos.
González foi questionada diretamente por seu rival e atual presidente do Equador, Daniel Noboa, durante um debate televisionado no qual ambos marcaram distâncias em relação à crise venezuelana. Para Noboa, o governo de Maduro é "totalitário" e "ditatorial".
O aliado do ex-presidente Rafael Correa argumentou que o Equador "precisa" reconhecer Maduro para facilitar a deportação dos venezuelanos que entraram "de forma irregular e desordenada", algo que, como ele enfatizou durante o debate, o atual governo dos EUA também está tentando acelerar.
O Equador está atualmente entre o grupo de países que não consideram legítimo o atual mandato de Maduro e que consideram o principal candidato da oposição nas eleições de julho de 2024, Edmundo González, que o próprio Noboa recebeu em Quito no final de janeiro, como presidente eleito.
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