Publicado 24/03/2025 07:52

Luisa González diz que reconhecerá o governo de Maduro se for presidente do Equador

Archivo - Arquivo - Um homem exerce seu direito de voto nas Eleições Gerais do Equador 2025, no IFEMA Madrid, em 9 de fevereiro de 2025, em Madri, Espanha. Mais de 189.000 equatorianos que vivem na Espanha, dos quais mais de 70.000 vivem em Madri, estão p
Gustavo Valiente - Europa Press - Arquivo

MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -

A candidata presidencial equatoriana Luisa González, porta-bandeira do Correísmo, anunciou que, se vencer o segundo turno das eleições de 13 de abril, reconhecerá o governo de Nicolás Maduro na Venezuela, com a premissa de que isso acelerará a deportação de imigrantes venezuelanos.

González foi questionada diretamente por seu rival e atual presidente do Equador, Daniel Noboa, durante um debate televisionado no qual ambos marcaram distâncias em relação à crise venezuelana. Para Noboa, o governo de Maduro é "totalitário" e "ditatorial".

O aliado do ex-presidente Rafael Correa argumentou que o Equador "precisa" reconhecer Maduro para facilitar a deportação dos venezuelanos que entraram "de forma irregular e desordenada", algo que, como ele enfatizou durante o debate, o atual governo dos EUA também está tentando acelerar.

O Equador está atualmente entre o grupo de países que não consideram legítimo o atual mandato de Maduro e que consideram o principal candidato da oposição nas eleições de julho de 2024, Edmundo González, que o próprio Noboa recebeu em Quito no final de janeiro, como presidente eleito.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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