OBJETOS INTERVENIDOS EN LA CAJA FUERTE
MADRID 12 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Ateneo de Madrid, Luis Arroyo, pessoa próxima a José Luis Rodríguez Zapatero e que atuou como porta-voz autorizado do ex-presidente nos primeiros momentos da busca em seu escritório, pediu desculpas por “ter induzido a erro quanto ao valor das joias” do líder socialista.
A joalheria Ansorena, à qual o juiz da Audiencia Nacional José Luis Calama, que investiga o “caso Plus Ultra”, solicitou uma avaliação, estimou em 1,3 milhão de euros o valor das joias que foram apreendidas em um cofre no escritório de Zapatero. Esse valor foi calculado pela referida joalheria com a colaboração do Instituto Gemológico Espanhol, conforme confirmaram à Europa Press fontes do caso.
Por sua vez, Luis Arroyo, como porta-voz autorizado do ex-presidente do Governo, garantiu que elas estariam avaliadas “entre 30.000 e 50.000 euros”, conforme lhe havia sido informado pelo ex-chefe do Executivo. A secretária de Zapatero atribuiu ainda a origem dessas joias à herança familiar de Sonsoles Espinosa, esposa do ex-líder socialista, e a “presentes de viagens”.
A esse respeito, Arroyo pediu desculpas em uma mensagem publicada na rede social 'X'. “Peço desculpas em meu próprio nome por ter induzido a erro sobre o valor das joias do presidente Zapatero”, afirmou em sua publicação.
Nesse sentido, o também presidente do Ateneo de Madrid destacou que Zapatero “dará explicações perante o juiz”, inclusive sobre as joias, durante seu depoimento como indiciado na Audiencia Nacional nos dias 17 e 18 de junho.
Além disso, Arroyo defendeu que “sempre” procura “informar com honestidade e veracidade”. “Não concebo a comunicação de outra forma. Obrigado”, concluiu em sua mensagem no ‘X’.
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